Quase todos os medicamentos poderão ser vendidos on-line a partir de 2025
| 3122 viewsUm comitê ministerial analisará a questão até o fim do ano.
Um comitê ministerial analisará a questão até o fim do ano.
Bloomberg Línea - A guerra de preços entre fabricantes de medicamentos para perda de peso entrou em novo estágio em consultórios brasileiros.
A pandemia da Covid-19 trouxe uma urgência no desenvolvimento de vacinas para prevenir a transmissão da doença. Nove meses após o surgimento do novo coronavírus, vários imunizantes já haviam sido criados por diversas empresas. No entanto, a mesma velocidade não se observou com os medicamentos para combater o vírus em pessoas infectadas.
A cantora Anitta abriu uma disputa no INPI contra a farmacêutica responsável pelo medicamento "Annita", utilizado no tratamento de verminoses. A artista busca impedir que a empresa utilize o nome "Anitta" — com a mesma grafia de seu nome artístico — em novos produtos, especialmente no setor de cosméticos.
Com a aprovação da nova regra para a venda de medicamentos similares nas farmácias, que ocorreu em 10 de outubro, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ratifica que os similares poderão ser intercambiáveis com seu medicamento de referência, ou seja, eles poderão ser oferecidos pelo farmacêutico como uma opção ao de referência prescrito pelo médico.
Lottie Moss, meia-irmã da supermodelo Kate Moss, revelou publicamente que foi hospitalizada após sofrer uma convulsão causada por uma overdose de Ozempic, um medicamento para diabetes que ganhou popularidade como auxiliar na perda de peso. Segundo Lottie, ela começou a utilizar o medicamento após recebê-lo de uma amiga, sem qualquer prescrição ou acompanhamento médico.
Estudos de intercambialidade são realizados somente em comparação com os medicamentos de referência.
Uma nova alternativa para lidar com as noites em claro vai chegar em breve ao Brasil. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou recentemente o medicamento lemborexante, vendido sob o nome comercial de Dayvigo pela farmacêutica japonesa Eisai. O medicamentoconta com um mecanismo de ação inédito para combater a insônia, que se acredita gerar menos quadros de dependência.
Após reclamação do Instituto Butantan, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informa que vai acelerar processo decisório para liberação da matéria-prima para a vacina contra a Covid-19 Coronavac, desenvolvida pela chinesa Sinovac em parceria com a instituição brasileira.
A Brainfarma, subsidiária da Hypera Pharma, uma das maiores empresas de medicamentos do Brasil, está com vagas abertas para pessoas com deficiência (PCDs). As oportunidades são destinadas à atuação em sua planta industrial em Anápolis, em Goiás.
Recentemente, o Fantástico, da Rede Globo, chamou atenção ao mostrar uma reportagem sobre a CAR-T Cell - Terapia com Receptores de Antígeno Quimérico, uma terapia celular que revoluciona o tratamento do câncer. É um novo tratamento que usa as próprias células de defesa do sistema imunológico do paciente para combater alguns tipos de câncer. Trata-se de um medicamento preparado com as células de defesa (linfócitos T) extraídas do paciente e modificadas em laboratório para que, ao serem devolvidas ao paciente, possam combater a doença.
Técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vão até a China para realizar uma inspeção in loco em indústrias farmacêuticas que estão desenvolvendo vacinas contra o novo coronavírus (Covid-19). Segundo matéria publicada no portal da revista Veja, a iniciativa deverá começar em dezembro de 2020, podendo durar até 30 dias para ser concluída.
Após angariar bom lucro com a valorização das ações, Astrazeneca vendeu sua participação na empresa de biotecnologia norte-americana Moderna por US$ 1 bilhão (R$ 5,7 bilhões), revelou a Agência Reuters. O laboratório britânico-sueco detinha 7,7% dos papéis da Moderna.
Além das suspeitas na compra da vacina indiana Covaxin, reveladas pela CPI da Covid, o Governo tem outra negociação para explicar. Desta vez com a empresa chinesa CanSino Biologics, que produz o imunizante Convidecia – o mais caro até agora. Nela estão envolvidos o líder do Governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), e os empresários bolsonaristas Luciano Hang e Carlos Wizard, revelou a TV alemã Deutsche Welle (DW).
Princípio ativo do medicamento bloqueia enzima encontrada no cérebro de quem sofre da doença.
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