Inédito: Amazon deve abrir farmácias de rua nos EUA
| 3535 viewsCom iniciativa inédita e se posicionando no mercado farmacêutico, a Amazon, gigante americana do varejo, estuda a possibilidade de abrir farmácias nas ruas dos Estados Unidos.
Com iniciativa inédita e se posicionando no mercado farmacêutico, a Amazon, gigante americana do varejo, estuda a possibilidade de abrir farmácias nas ruas dos Estados Unidos.
Em atitude inesperada, o Ministério da Saúde anunciou que pretende comprar ‘todas as vacinas disponíveis" dos laboratórios Pfizer/BioNTech e Janssen-Cilag, braço farmacêutico do grupo Johnson & Johnson, para imunizar os brasileiros.
A 484ª Reunião Plenária do Conselho Federal de Farmácia (CFF), realizada em Brasília, entre 25 e 26 de julho de 2019, transcorreu seguindo uma pauta preestabelecida e sendo acompanhada, na íntegra, pelo jornalismo do ICTQ - Instituto de Pesquisa Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico.
A “Rainha dos carecas”, presa pela Polícia Civil de Minas Gerais por realizar transplantes capilares sem ser médica, é, na verdade, a farmacêutica Lúcia Felippe Janot Marinho, 38 anos. A mulher, dona de uma clínica supostamente especializada nos procedimentos cirúrgicos, foi presa em flagrante, na região de Murié, em Minas Gerais, na última quarta-feira (3/7).
Por meio do Projeto de Lei (PL) 3264/20, o deputado federal, Jerônimo Goergen (PP-RS), (foto), propõe a redução da base de cálculo do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) dos serviços prestados pelas farmácias. Caso a medida seja aprovada e sancionada, os estabelecimentos farmacêuticos de manipulação, por exemplo, que fabricam medicamentos para cada paciente, serão bastante beneficiados.
As farmácias das Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Assistências Médicas Ambularoriais (AMA) da cidade de São Paulo estão com falta de medicamentos, apontou levantamento da Folha. Enquanto isso, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) revelou que já adquiriu insumos para aplicar a vacina contra Covid-19.
Pesquisadores dos Estados Unidos revelaram que atrasos nos testes, falta de pessoal, restrições de espaço e pacientes relutantes estão complicando o avanço dos ensaios clínicos com novos medicamentos contra a Covid-19.
Farmácias começarão a oferecer vacinas contra o novo coronavírus (Covid-19), nos Estados Unidos, a partir de 11 de fevereiro 2021. A iniciativa visa otimizar a campanha de imunização naquele país, aumentando o número de cidadãos americanos vacinados contra o vírus.
Após o lançamento da sua primeira vacina contra o novo coronavírus (Covid-19), a Rússia planeja lançar sua segunda substância imunizante, que foi desenvolvida pelo instituto de virologia Vector da Sibéria. Segundo a vice-primeira-ministra russa, Tatiana Golikova, a previsão é que o novo antígeno seja aprovado em outubro de 2020.
A farmacêutica Daiana Seibert; ocupar brechas em serviços básicos.
O Projeto de Lei 3406/20 visa garantir aos pacientes de quimioterapia do Sistema Único de Saúde (SUS) o direito de receber tratamento via oral assim que o medicamento for aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mesmo ele não constando na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), informa a Agência Câmara de Notícias.
Muitas indústrias farmacêuticas estão aproveitando o aquecimento do mercado, em que mais de 3,5 mil medicamentos ficaram disponíveis para o registro como genéricos, para expandir suas linhas de produção, aumentar o portfólio e, consequentemente, alavancar seus respectivos lucros.
A Amazon deverá imunizar mais de um milhão de funcionários contra o novo coronavírus (Covid-19), em uma força-tarefa que envolverá toda a unidade de negócios farmacêuticos da companhia, a Pharmacy, liderada pelo vice-presidente de operações desse setor, Nader Kabbani.
Com medidas de esforços para combater o novo coronavírus (Covid-19), muitas empresas farmacêuticas estão fazendo sua parte, por meio de ações sociais. Nesse sentido, a Brainfarma anunciou, recentemente, que fez uma doação de mil testes para a população do município de Anápolis, no Estado de Goiás.
Pacientes com diabetes tipo 2, tratados com o medicamento Ozempic, têm um risco aumentado de desenvolver danos no nervo óptico do olho, o que pode levar à perda grave e permanente da visão, apontam dois estudos independentes feitos na Universidade do Sul da Dinamarca (SDU) — ambos são baseados em registros dinamarqueses e são os maiores do mundo.
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