Pesquisa aponta sangue de píton como base para novo medicamento contra obesidade
| 122 viewsUma descoberta curiosa no sangue de pítons pode abrir caminho para novos medicamentos contra a obesidade.
Uma descoberta curiosa no sangue de pítons pode abrir caminho para novos medicamentos contra a obesidade.
Um novo medicamento em estudo para obesidade e diabetes tipo 2 apresentou resultados positivos ao reduzir tanto os níveis de açúcar no sangue quanto o peso corporal dos pacientes. O fármaco desenvolvido pela farmacêutica Lilly, chamado retatrutida, foi testado em um ensaio clínico de fase avançada e mostrou melhora significativa em indicadores importantes da doença.
Quando a pandemia de Covid-19 transformou a Pfizer em um dos nomes mais repetidos do noticiário global, o trabalho de milhares de profissionais dentro da companhia ganhou uma dimensão histórica — tanto de cientistas, que corriam contra o tempo para desenvolver vacinas e medicamentos, mas também dos funcionários que estavam nos bastidores dessa operação.
Uma única injeção de uma terapia semelhante ao mRNA mostrou potencial para ajudar o coração a se recuperar após um infarto. Em testes com ratos e porcos, o tratamento melhorou a função cardíaca e reduziu danos no órgão. O estudo foi publicado em 5 de março na revista científica Science.
O Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina (EPM/Unifesp) está recrutando voluntários com depressão para participarem do estudo de um novo tratamento da doença em adolescentes. A pesquisa quer avaliar a eficácia e segurança da escetamina subcutânea.
Um erro em um experimento realizado por cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, acabou levando a uma descoberta que pode facilitar etapas importantes da pesquisa famacêutica na elaboração de novos remédios.
A Instrução Normativa (IN) 428/2026 foi publicada na última sexta-feira (6/3) e atualizou a Lista de Medicamentos de Referência (LMR) da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Um medicamento de referência é um produto inovador, registrado na Agência, com eficácia, segurança e qualidade comprovadas cientificamente antes da concessão do registro.
Normalmente usadas na culinária devido às suas propriedades, as algas marinhas também têm potencial para impedir infecções por norovírus, ao criar uma barreira protetora no corpo. A contaminação causada pelo microrganismo é a responsável por provocar gastroenterite aguda, uma condição caracterizada por náuseas, vômitos, diarreia aquosa, febre, dores no estômago, de cabeça e musculares.
Uma terapia experimental para crianças com uma forma rara e grave de epilepsia demonstrou ser segura e altamente eficaz na redução de convulsões, segundo resultados de um ensaio clínico internacional liderado por pesquisadores da University College de Londres e do Great Ormond Street Hospital. O estudo indica que o tratamento pode melhorar significativamente a saúde e a qualidade de vida dos pacientes.
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