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Assuntos Regulatórios

CPF na tirzepatida manipulada: controle sanitário ou cerco à relação médico-paciente?
  • | Egle Leonardi

CPF na tirzepatida manipulada: controle sanitário ou cerco à relação médico-paciente?

Segunda-feira, 20 de julho de 2026 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) colocou as farmácias de manipulação no centro de um plano para conter o avanço das canetas emagrecedoras, e uma…
O lobby do monopólio: a contradição da SBEM ao tentar banir a tirzepatida manipulada e o impacto na saúde pública
  • | Egle Leonardi

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Quinta-feira, 16 de julho de 2026 A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e M…
Papel do farmacêutico: o rigor e a responsabilidade por trás da tirzepatida manipulada
  • | Egle Leonardi

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Quinta-feira, 16 de julho de 2026 O rigor técnico por trás de cada dose de tir…
Represálias regulatórias: farmácias de manipulação de tirzepatida investem milhões, seguem a lei e ainda são tratadas como criminosas
  • | Egle Leonardi

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Sexta-feira, 10 de julho de 2026 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (A…

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Apesar de canetas do Paraguai terem a mesma tirzepatida do Mounjaro, a Anvisa nega equivalência e mantém a proibição. A via legal é a manipulação

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  • | Egle Leonardi

Terça-feira, 07 de julho de 2026

A tirzepatida vendida nas canetas emagrecedoras trazidas do Paraguai tem o mesmo princípio ativo do Mounjaro, o medicamento de referência da farmacêutica Eli Lilly, confirmou uma análise laboratorial da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) feita a pedido da Folha de S.Paulo. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), porém, em nota publicada em 6 de julho, negou que o achado comprove equivalência com os medicamentos registrados no país e manteve a proibição: sem registro na Agência, essas canetas seguem ilegais no Brasil, e comprá-las ou revendê-las configura crime. O que a ciência confirma é que existe demanda por tirzepatida acessível, e que há um caminho dentro da lei para atendê-la, a farmácia de manipulação.

Anvisa nega equivalência de canetas contrabandeadas do Paraguai com medicamentos registrados no Brasil

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  • | Marcus Vinicius Andrade

Terça-feira, 7 de julho de 2026

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária afirmou que é falsa a informação de que testes laboratoriais teriam comprovado a equivalência entre canetas contrabandeadas do Paraguai e medicamentos regularmente registrados no Brasil. O posicionamento ocorre em meio à circulação de relatos sobre análises feitas em produtos contendo tirzepatida, princípio ativo usado em medicamentos para controle de peso e diabetes, que chegaram ao país sem autorização sanitária.

Farmácias de manipulação de tirzepatida: investem milhões, seguem a lei e ainda são tratadas como criminosas

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  • | Egle Leonardi

Quinta-feira, 2 de julho de 2026

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) estariam tratando a manipulação de tirzepatida como uma ameaça a ser contida, segundo farmacêuticos do setor magistral. A maioria das farmácias que cumprem as Boas Práticas de Manipulação em Farmácias (BPMF) diz se sentir tratada como suspeita por um trabalho que a própria Anvisa reconhece como legal.

O alvo errado enquanto a Anvisa cerca o setor magistral legalizado, influenciadores impulsionam o contrabando de tirzepatida

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  • | Egle Leonardi

Terça-feira, 30 de junho de 2026

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem apertado o cerco sobre as farmácias de manipulação legalizadas, que produzem tirzepatida sob prescrição médica e fiscalização sanitária. Ao mesmo tempo, o contrabando da substância avança sem freio, impulsionado por influenciadores digitais que normalizam, para milhões de seguidores, a compra de versões ilegais.

Professora do ICTQ aponta Assuntos Regulatórios como caminho para crescer na indústria farmacêutica

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  • | Marcus Vinicius Andrade

Terça-feira, 30 de junho de 2026

Construir uma carreira sólida em Assuntos Regulatórios na Indústria Farmacêutica exige muito mais do que conhecer normas sanitárias. A área se tornou uma das mais estratégicas do setor porque está diretamente ligada à capacidade das empresas de registrar medicamentos, manter portfólios ativos, aprovar mudanças, viabilizar lançamentos e garantir que produtos cheguem ao mercado com segurança, eficácia e qualidade.