Cimed lança I.A que lê e explica bulas de medicamentos pelo WhatsApp
| 1916 viewsNa hora de tomar um medicamento novo, há sempre um desafio: ler as pequenas letras da bula e entender o que aquele emaranhado de informações quer dizer.
Na hora de tomar um medicamento novo, há sempre um desafio: ler as pequenas letras da bula e entender o que aquele emaranhado de informações quer dizer.
Anvisa publicou o novo marco regulatório das Denominações Comuns Brasileiras (DCB). Ele é composto por uma resolução sobre as regras do processo e uma Instrução Normativa (IN), que aprova a lista das DCB e o guia sobre o estabelecimento das denominações para substâncias farmacêuticas.
Mascar um chiclete pode ser muito mais poderoso do que se imaginava. A grande prova disso foi a criação de cientistas de um chiclete antiviral desenvolvido a partir do feijão pedra ou cutelinho (Lablab purpureus) para proteger as pessoas dos vírus da gripe e da herpes. O estudo foi publicado na revista científica Molecular Therapy em janeiro.
A corrida pelo mercado de medicações para perda de peso e tratamento da obesidade está ganhando novos capítulos. As fabricantes do Mounjaro (Eli Lilly) e do Wegovy e Ozempic (Novo Nordisk) anunciaram praticamente juntas os resultados positivos de desenvolvimento de uma nova safra de remédios, desta vez em comprimidos, que pode.
A Novo Nordisk, que produz medicamentos como o Ozempic, anunciou nesta segunda-feira (7) R$ 6,4 bilhões em investimentos para expandir sua unidade de produção em Montes Claros (MG) e aumentar a capacidade de fabricação de medicamentos injetáveis para tratamento de obesidade, diabetes e outras doenças crônicas graves.
O Brasil atingiu, em janeiro de 2025, um marco inédito na luta contra o HIV: a razão de 3,1 pessoas usando a profilaxia pré-exposição (PrEP) para cada novo caso detectado do vírus. Segundo o diretor do Departamento de HIV/Aids do Ministério da Saúde, Draurio Barreira, quando essa proporção é alcançada — em qualquer unidade de saúde, município, estado ou país — os estudos mostram uma tendência de queda sustentada na incidência da infecção. A previsão do Ministério é de que os dados consolidados de 2025 demonstrem uma redução importante e duradoura nas novas infecções.
A mulher de 42 anos que foi internada em um hospital de Belo Horizonte em estado grave devido a complicações relacionadas ao uso de uma "caneta emagrecedora" vendida de forma ilegal, foi diagnosticada com a síndrome de Guillain-Barré, segundo divulgado hoje por sua filha.
Hoje, 15 de março, completa-se o décimo ano de um dos conflitos mais sangrentos desse século: a guerra na Síria. A data marca o dia em que manifestantes ocuparam, pacificamente, as ruas do país, reivindicando reformas políticas, mais liberdade e direitos.
Mais um sinal concreto da possível retomada da soberania farmacêutica nacional com a produção de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA). Oo anúncio recente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) trouxe um novo fôlego ao Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) com o lançamento do biofármaco infliximabe, utilizado para tratar doenças autoimunes como artrite reumatoide e doença de Crohn, cujo IFA passará a ser produzido no Brasil pela Bionovis.
Atenção farma! É fato que existe uma relação estreita entre o farmacêutico e a sexualidade e a saúde da população. Por esse motivo, vale um alerta muito importante sobre práticas que estão sendo adotadas por alguns grupos de jovens (especialmente do segmento LGBTQIA+), que são chamadas de chemsex e a slamsex. Os nomes são alarmantes e as práticas mais ainda, já que envolvem o uso de drogas para intensificar as relações sexuais e representam um grave problema de saúde pública. Vamos à elucidação dos termos:
Um estudo recente conduzido por pesquisadores da Universidade Complutense de Madri (UCM) revelou que a melatonina, conhecida principalmente por seu papel na regulação do sono, pode ter efeitos benéficos no metabolismo da gordura visceral.
Em São Paulo, as farmácias vivem uma onda de assaltos. São quadrilhas especializadas em roubar remédios caros, especialmente aquelas canetas usadas por quem quer emagrecer.
A inteligência artificial (IA) vem transformando rapidamente o setor regulatório farmacêutico, impulsionando mudanças profundas nas rotinas de trabalho, nas ferramentas utilizadas e nas habilidades esperadas dos profissionais da área.
A losartana potássica figura em primeiro lugar no ranking dos medicamentos genéricos mais vendidos no Brasil. Ele é indicado para o tratamento e controle da hipertensão (além de alguns casos de insuficiência cardíaca). O levantamento é da IQVIA Brasil sobre os dez medicamentos genéricos mais vendidos no País em abril deste ano. Na lista estão losartana, dipirona sódica, hidroclorotiazida, nimesulida, tadalafila, enalapril, simeticona, sildenafila, atenolol e sinvastatina.
No relatório divulgado durante a 78ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) revela que o Brasil possui uma taxa de pacientes hipertensos superior à média global, que varia entre 30% e 40%. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a hipertensão afeta mais as mulheres (54%).
No entanto, essa prevalência pode ser ainda maior para ambos os gêneros, já que o índice considerado normal anteriormente – igual a 120/80mmHg (em milímetros de mercúrio) ou 12 por 8 (em centímetros de mercúrio) – está sendo revisto pelas novas diretrizes da Sociedade Europeia de Cardiologia. Com isso, a pressão ideal passa a ser de 12 por 7 (ou 120/70 mmHg).
O medicamento losartana é um anti-hipertensivo classificado como Bloqueador dos Receptores da Angiotensina II (BRAs), devido a sua ação capaz de reduzir a pressão arterial, impedindo a constrição das artérias, possibilitando a circulação do sangue no corpo humano. A substância prolonga a vida ao controlar a pressão alta e prevenir infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC).
Segundo a farmacêutica, mestre em Farmacologia, coordenadora e professora acadêmica do ICTQ – Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico, Juliana Cardoso, a losartana potássica, é considerada de primeira linha no tratamento da hipertensão, principalmente em suas fases iniciais, além de ser utilizada na terapia de insuficiência cardíaca, entre outras indicações.
Como o medicamento previne infarto e AVC?
“A Angiotesina II é produzida pelo organismo para manter o equilíbrio orgânico, entretanto, quando sua quantidade e produção aumentam, fato que pode acontecer durante o processo natural de envelhecimento, a hipertensão pode aparecer. Como a losartana bloqueia a ação do receptor dessa substância, ela é considerada como um medicamento de ação preventiva, pois, ao controlar a pressão, também previne o infarto e o AVC”, comenta Juliana.
A hipertensão é uma doença crônica, e se a losartana for indicada para seu tratamento, ela deve ser de uso contínuo. Entretanto, alguns pacientes com hipertensão arterial precisam de mais de um medicamento para controle. Por exemplo, se houver a indicação da losartana, a prescrição pode incluir hidroclorotiazida, nifedipina ou anlodipino, entre outros.
A pressão alta faz com que o coração tenha que exercer um esforço maior do que o normal para fazer com que o sangue seja distribuído corretamente no corpo. Sendo um dos principais fatores de risco para a ocorrência de acidente vascular cerebral, enfarte, aneurisma arterial e insuficiência renal e cardíaca.
Segundo dados do Ministério da Saúde, o problema é herdado dos pais em 90% dos casos, mas há vários fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial, como os hábitos de vida. No Brasil, 388 pessoas morrem por dia por hipertensão, e sabe-se que a incidência é maior na raça negra, em diabéticos e com o aumento da idade.
Alguns fatores de risco são:
Automedicação
A losartana é considerada uma medicação de baixo custo e é comercializada por vários laboratórios e disponibilizada pelas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Apesar dos bons efeitos do medicamento, é importante lembrar que seu uso deve ser prescrito por um médico e orientado pelo farmacêutico. Em entrevista ao portal do ICTQ, o então coordenador de saúde da Coordenadoria de Assistência Farmacêutica do Estado de São Paulo, Victor Hugo Costa Travassos da Rosa, fez um alerta sobre os riscos relacionados à automedicação.
“É uma prática que pode levar até a morte. Consumir um medicamento sem orientação médica ou farmacêutica é uma atitude perigosa. A pessoa deve sempre procurar se informar com médicos ou farmacêuticos”, destacou.
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Vale ressaltar ainda que, como qualquer outro medicamento, a losartana pode apresentar efeitos colaterais e tem contraindicações. “Seu uso deve ser evitado em casos de pacientes que tenham função hepática prejudicada, gravidez, problemas renais, entre outros, portanto, conferir a bula e ter a prescrição do médico e a orientação do farmacêutico é fundamental para o uso da terapia”, ressalta Juliana.
Há outros medicamentos para tratar a hipertensão arterial, entre eles estão:
Incompatibilidade com outros medicamentos - A losartana não pode ser usada junto com Captopril ou Enalapril, que também são inibidores da enzima conversora de angiotensina.
Efeitos colaterais da losartana
Como toda medicação, a losartana pode trazer alguns efeitos colaterais, como eventualmente:
Como deve ser feita a prescrição?
Medir a pressão regularmente é a única maneira de diagnosticar a hipertensão. Pessoas acima de 20 anos de idade devem medir a pressão ao menos uma vez por ano. Se houver casos de pessoas com pressão alta na família, deve-se medir no mínimo duas vezes por ano.
“A losartana não pode ser usada sem prescrição médica e costuma ser administrada uma ou duas vezes ao dia. A dose mínima é de 25 miligramas e, a máxima, 100 miligramas ao dia. Deve-se evitar consumo durante as refeições e manter a administração sempre nos mesmos horários”, finaliza Juliana.
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A farmacêutica e ativista Maria da Penha Maia Fernandes foi incluída, no último dia 7 de junho, no Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos (PPDDH) do Governo do Ceará após receber ameaças nas redes sociais. O Ministério das Mulheres, responsável pelo pedido ao governador do Ceará, Elmano de Freitas, afirmou que novas fake news sobre Maria da Penha foram publicadas em redes sociais sobre uma versão de que ela sofreu um assalto e não teria sido vítima de tentativas de feminicídio pelo ex-marido.
“É inaceitável que Maria da Penha esteja passando por esse processo de revitimização ainda hoje no Brasil, 18 anos após ter emprestado seu nome a uma das leis mais importantes do mundo para a prevenção e o enfrentamento à violência doméstica e familiar contra mulheres”, disse a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves.
A farmacêutica dá nome à Lei 11.340/06, principal dispositivo jurídico de enfrentamento à violência doméstica contra a mulher. Natural de Fortaleza, Maria da Penha ficou paraplégica, em 1983, quando o marido, na época, Marcos Antonio Heredia Viveros, desferiu-lhe um tiro nas costas enquanto ela dormia.
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Atualmente, fakes news têm sido espalhadas, afirmando a versão de que o tiro que deixou Maria da Penha paraplégica foi disparado por um assaltante. Alegam que, por ciúmes, a vítima atribuiu a culpa ao ex-marido. Essa linha de defesa foi adotada por Viveros e repudiada pela Justiça, que o condenou a oito anos e meio de prisão por tentativa de assassinato. Ele foi preso apenas em 2002, 19 anos após o crime, e já cumpriu a pena.
Em 2022, o ex-marido escreveu um livro para contar sua versão, que foi ganhando espaço, especialmente em círculos ‘masculinistas’, membros da extrema-direita. Primeiro, o podcast “Mais Um Podcast”, da Rádio Jovem Pan, deu atenção à história. Posteriormente, a produtora Brasil Paralelo também abordou o episódio, defendendo o ponto de vista de Viveiros e contestando a versão da Justiça.
Em 10 de junho, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) manifestou, publicamente, seu apoio à Maria da Penha por meio de uma nota de solidariedade. “Como bem disse o governador daquele estado, Maria da Penha transformou a dor da agressão que sofreu em força para lutar contra a violência motivada pelo machismo. É inadmissível que continue sendo alvo de ataques de misoginia”, diz a maior entidade da profissão farmacêutica no Brasil.
“O CFF manifesta também sua indignação com os fatos e cobra das autoridades constituídas deste país não só a garantia de segurança para Maria da Penha como a apuração dos fatos. Que o anonimato digital não seja empecilho para a punição dos responsáveis”, encerra o Conselho.
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