Vacina contra variantes da Covid-19 deve demorar até 9 meses
| 2301 viewsA farmacêutica AstraZeneca divulgou, hoje (11/02), que o desenvolvimento de uma vacina eficaz para combater as variantes da Covid-19 deve demorar de 6 até 9 meses.
A farmacêutica AstraZeneca divulgou, hoje (11/02), que o desenvolvimento de uma vacina eficaz para combater as variantes da Covid-19 deve demorar de 6 até 9 meses.
Anvisa altera norma e incorpora medida adotada durante a pandemia de Covid-19.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) anunciou nesta quarta-feira (26) que será realizada uma consulta pública visando atualizar as regras de venda e prescrição de produtos feitos à base de cannabis. A norma atual é a resolução aprovada em 2019.
A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão no Rio de Janeiro conduz uma investigação sobre a prática das farmácias de exigirem que o consumidor informe o CPF na hora de fazer compras.
A mesma linha de produção de Hortolândia (SP) que colocou no varejo brasileiro centenas de milhares de canetas de liraglutida em 2025 agora mira as drugstores dos Estados Unidos. A farmacêutica EMS quer transformar um bom desempenho doméstico em passaporte para o mercado mais disputado (e mais valioso) dos medicamentos para obesidade e diabetes.
Um estudo inovador publicado recentemente na revista Neuropsychopharmacology trouxe à tona a possibilidade de um medicamento para pressão alta, a amlodipina, ser utilizado no tratamento do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Esta pesquisa, liderada por cientistas da Universidade de Surrey em colaboração com outras instituições internacionais, sugere que a amlodipina pode reduzir os sintomas principais do TDAH.
Hoje, 15 de março, completa-se o décimo ano de um dos conflitos mais sangrentos desse século: a guerra na Síria. A data marca o dia em que manifestantes ocuparam, pacificamente, as ruas do país, reivindicando reformas políticas, mais liberdade e direitos.
A Anvisa publicou, no Diário Oficial da União desta sexta-feira (27/9), uma nova medida que proíbe de forma preventiva a importação, a fabricação, a manipulação, a comercialização, a propaganda e o uso de produtos à base de fenol (CAS 108-95-2) em procedimentos de saúde em geral ou estéticos.
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Procedimentos só poderão ser conduzidos por profissionais inscritos em conselhos de fiscalização profissional.
A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados realiza, nesta terça-feira (17), audiência pública para discutir os impactos da automedicação e a importância da assistência farmacêutica.
O presidente do Cremers, Eduardo Neubarth Trindade, e a presidente do Conselho Federal de Farmácia do Rio Grande do Sul (CRF-RS), Giovana Ranquetat, anunciaram o trabalho em conjunto para implantação de receituários azul e amarelo na plataforma digital do Cremers.
A conquista aconteceu após conversa com a secretária estadual da Saúde, Arita
O plenário do Conselho Federal de Farmácia (CFF) aprovou, nesta sexta-feira (28.06), a resolução que dispõe sobre a prescrição de contraceptivos hormonais por farmacêuticos no Brasil. Para isso, também já disponibilizou aos profissionais o Protocolo de Prescrição, que estabelece normas para tal prática. O material foi avaliado pelos conselheiros federais no último dia da reunião plenária de junho, realizada nos dias 26, 27 e 28.
A Hypera Farma avançou em sua estratégia para entrar no mercado brasileiro de agonistas de GLP-1 com o Semavy, sua caneta de semaglutida sintética. O produto aparece em movimentação relacionada à Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, a CMED, etapa necessária para definição de preço antes da comercialização.
A farmacêutica e ativista Maria da Penha Maia Fernandes foi incluída, no último dia 7 de junho, no Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos (PPDDH) do Governo do Ceará após receber ameaças nas redes sociais. O Ministério das Mulheres, responsável pelo pedido ao governador do Ceará, Elmano de Freitas, afirmou que novas fake news sobre Maria da Penha foram publicadas em redes sociais sobre uma versão de que ela sofreu um assalto e não teria sido vítima de tentativas de feminicídio pelo ex-marido.
“É inaceitável que Maria da Penha esteja passando por esse processo de revitimização ainda hoje no Brasil, 18 anos após ter emprestado seu nome a uma das leis mais importantes do mundo para a prevenção e o enfrentamento à violência doméstica e familiar contra mulheres”, disse a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves.
A farmacêutica dá nome à Lei 11.340/06, principal dispositivo jurídico de enfrentamento à violência doméstica contra a mulher. Natural de Fortaleza, Maria da Penha ficou paraplégica, em 1983, quando o marido, na época, Marcos Antonio Heredia Viveros, desferiu-lhe um tiro nas costas enquanto ela dormia.
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Atualmente, fakes news têm sido espalhadas, afirmando a versão de que o tiro que deixou Maria da Penha paraplégica foi disparado por um assaltante. Alegam que, por ciúmes, a vítima atribuiu a culpa ao ex-marido. Essa linha de defesa foi adotada por Viveros e repudiada pela Justiça, que o condenou a oito anos e meio de prisão por tentativa de assassinato. Ele foi preso apenas em 2002, 19 anos após o crime, e já cumpriu a pena.
Em 2022, o ex-marido escreveu um livro para contar sua versão, que foi ganhando espaço, especialmente em círculos ‘masculinistas’, membros da extrema-direita. Primeiro, o podcast “Mais Um Podcast”, da Rádio Jovem Pan, deu atenção à história. Posteriormente, a produtora Brasil Paralelo também abordou o episódio, defendendo o ponto de vista de Viveiros e contestando a versão da Justiça.
Em 10 de junho, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) manifestou, publicamente, seu apoio à Maria da Penha por meio de uma nota de solidariedade. “Como bem disse o governador daquele estado, Maria da Penha transformou a dor da agressão que sofreu em força para lutar contra a violência motivada pelo machismo. É inadmissível que continue sendo alvo de ataques de misoginia”, diz a maior entidade da profissão farmacêutica no Brasil.
“O CFF manifesta também sua indignação com os fatos e cobra das autoridades constituídas deste país não só a garantia de segurança para Maria da Penha como a apuração dos fatos. Que o anonimato digital não seja empecilho para a punição dos responsáveis”, encerra o Conselho.
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Muito além de um relatório exigido pela legislação sanitária, a Revisão da Qualidade do Produto (RQP) representa uma oportunidade estratégica de aprimoramento contínuo na indústria farmacêutica. A prática, prevista no Anexo I da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 658/2022, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é essencial para garantir a consistência dos processos e a conformidade dos medicamentos ao longo do seu ciclo de vida.
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