Descoberta no sistema imunológico revela potencial para novos antibióticos
| 1642 viewsUma nova parte do sistema imunológico foi descoberta, e é uma mina de ouro para potenciais antibióticos, de acordo com cientistas.
Uma nova parte do sistema imunológico foi descoberta, e é uma mina de ouro para potenciais antibióticos, de acordo com cientistas.
A farmacêutica britânica AstraZeneca anunciou a aquisição da belga EsoBiotec por até US$1 bilhão. A empresa é pioneira em terapias celulares para doenças autoimunes, e pode um dia oferecer um tratamento contra o câncer que durará minutos ao invés de semanas.
O Instituto Butantan, em São Paulo, vai desenvolver um medicamento baseado em anticorpos monoclonais (mAb) para prevenir a infecção pelo vírus Zika. Caso o remédio se mostre eficaz, a ideia é oferecê-lo às gestantes que residem em áreas de surtos ou de epidemia para evitar que adoeçam durante a gravidez e repassem o vírus ao bebê, o que pode causar malformação congênita.
O medicamento contra câncer de mama Kisqali, da Novartis, reduziu o risco de recorrência em pouco mais de 25% em um teste crucial em mulheres diagnosticadas em estágio inicial, posicionando a farmacêutica suíça para conquistar novos pacientes e desafiar a forte rival Eli Lilly.
A procura pelos novos medicamentos usados para emagrecer, como Ozempic e Wegovy, acelerou, e esses produtos ultrapassaram os 10% de participação no faturamento das maiores redes de farmácias, segundo monitoramento dos dados de março realizado nos pontos de venda.
Etapa dos ensaios pré-clínicos, realizados com animais, mostrou resultados promissores na redução do impacto da droga em camundongos.
Para manter a competitividade e garantir a conformidade regulatória em um setor cada vez mais dinâmico, as indústrias farmacêuticas têm investido em práticas avançadas de inteligência regulatória. A adoção de tecnologia, o monitoramento ativo de tendências e a integração entre áreas estratégicas são alguns dos pilares que sustentam essa abordagem, conforme explica a professora do ICTQ – Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico e farmacêutica da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Luciana Colli.
O Projeto de Lei 2115/24 está causando discussões na Câmara dos Deputados. A proposta, apresentada pelo deputado Fábio Teruel (MDB-SP), determina que medicamentos contendo semaglutida, como Ozempic e Wegovy, passem por um controle sanitário especial. Segundo o texto, será obrigatória a retenção da receita com os dados do paciente para a venda desses produtos, alterando assim a Lei de Controle Sanitário de Medicamentos.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, nesta quarta-feira, o gummy de tadalafila "Metbala", da empresa FB Manipulação Ltda. A decisão veta a comercialização, a distribuição, a fabricação, a manipulação, a propaganda e o uso de todos os lotes do produto.
A Reforma Tributária (Lei Complementar 214/2025), que visa simplificar o sistema de impostos no Brasil, traz promessas de transparência, mas pode causar demissões em massa no varejo farmacêutico, especialmente entre farmácias independentes. A substituição de tributos como PIS, Cofins, ICMS, ISS e IPI pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) impõe desafios complexos que podem comprometer a sustentabilidade de pequenos negócios e, consequentemente, postos de trabalho no setor.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) iniciou, em 1º de junho de 2024, uma nova fase de testes do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC). A nova etapa de testes, que vai até 31 de julho de 2024, envolverá todas as farmácias do Distrito Federal e do estado de São Paulo, com ou sem manipulação.
O objetivo da nova fase de testes é avaliar a estabilidade do sistema SNGPC ao lidar com um volume maior e mais constante de informações. O siste
Em junho, a morte de um homem após realização de peeling de fenol em São Paulo evidenciou a necessidade de formação em estética em instituições credenciadas para a execução da atividade. Muito se discutiu também sobre o farmacêutico poder ou não atuar com essa prática. A proibição, ao que tudo indica, é descabida, visto que os profissionais de Farmácia são os únicos que possuem o conhecimento para realizar a manufatura de peelings químicos. Os conhecimentos adquiridos durante anos de graduação e pós-graduação os qualificam para manipular fórmulas, ajustar concentrações, avaliar associações de ativos, prever efeitos biológicos e lidar com possíveis intercorrências.
A HBO Max lançou, nesta terça-feira (30/9), a série Pílula de Farinha: O Escândalo que Gerou Vidas, que relembra um escândalo ocorrido no Brasil na década de 1990. Em 1998, aproximadamente 600 mil comprimidos de um anticoncepcional haviam sido trocados por placebos, as chamadas “pílulas de farinha”, durante testes de embalagem. O erro, cometido pelo laboratório Schering do Brasil, provocou uma onda de gestações não planejadas.
O mercado nacional de pesquisa clínica, que movimenta anualmente R$ 11 bilhões, tem potencial para receber novos investimentos de R$ 5 bilhões por ano. Há um interesse crescente de investidores locais e estrangeiros de realizar esses estudos no Brasil, com destaque para as farmacêuticas chinesas, que vêm ganhando posições e já superaram os Estados Unidos em volume de estudos clínicos, segundo a Associação Brasileira de Organizações Representativas de Pesquisa Clínica (Abracro). No entanto, a chegada desses aportes ainda depende de que algumas barreiras regulatórias sejam destravadas.
Um medicamento usado para tratar a insônia é apontado como uma opção promissora contra o Alzheimer. Em um estudo pré-clínico, pesquisadores da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, descobriram que o lemborexant é capaz proteger o cérebro de camundongos contra o acúmulo da proteína tau — relacionado à doença neurodegenerativa.
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