Indústria farmacêutica
Varejo Farmacêutico
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Ozivy, primeira semaglutida nacional, chega hoje às farmácias
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Supermercados aceleram entrada no mercado farmacêutico após sanção de nova lei
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Professor do ICTQ analisa impacto da nova regra da CMED no preço de medicamentos
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Ozivy chega às farmácias a partir de R$ 287 acirrando disputa no mercado de GLP-1
Mais Matérias
Cimed mira supermercados e mostra nova estratégia para além do mercado farmacêutico
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A Cimed anunciou sua entrada no canal alimentar e passou a mirar supermercados e outros pontos de venda de alto fluxo como parte de sua estratégia de expansão. A farmacêutica quer levar ao varejo alimentar marcas como o isotônico FlyNow e a linha de higiene pessoal Super, criando novas ocasiões de consumo para produtos ligados à saúde, bem-estar e cuidados diários.
EMS planeja vender semaglutida nacional 30% mais barata que concorrentes
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Os análogos de GLP-1 mudaram a forma como diabetes tipo 2 e obesidade são discutidos no Brasil. Medicamentos à base de semaglutida ganharam destaque pela melhora do controle glicêmico e pelo impacto sobre a perda de peso, mas o preço ainda dificulta a adesão ao tratamento, podendo estimular a busca por alternativas irregulares, versões falsificadas ou orientações sem base técnica.
URGENTE: Anvisa prorroga prazo do SNCR e adia implementação de receituários eletrônicos controlados
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A Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou, nesta quarta-feira, 27 de maio, a prorrogação do prazo para disponibilização do Sistema Nacional de Controle de Receituários, o SNCR, para a requisição de numeração de receituários eletrônicos e o respectivo registro de utilização. O prazo, que estava previsto para 1º de junho de 2026, foi alterado para 30 de setembro de 2026.
Justiça proíbe farmácia de obrigar funcionários a gravar vídeos e “dancinhas” para redes sociais
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Com o avanço das redes sociais, muitas empresas passaram a se sentir pressionadas a participar de trends, gravar vídeos curtos, usar humor, fazer “dancinhas” e transformar funcionários em personagens de campanhas digitais. A busca por alcance, engajamento e vendas fez com que estratégias comuns no varejo chegassem também às farmácias e drogarias.
Denúncia: investigação revela 65 grupos clandestinos com mais de 82 mil usuários vendendo medicamentos controlados nas redes
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O comércio clandestino de medicamentos ganhou escala nas redes sociais e passou a funcionar como uma espécie de mercado paralelo digital, onde produtos controlados, receitas falsas, atestados e medicamentos sem autorização circulam com aparência de normalidade. Uma investigação do Estadão Verifica identificou 65 grupos em funcionamento em plataformas como Telegram, WhatsApp, Facebook e X, somando mais de 82 mil usuários, com ofertas de medicamentos controlados, laudos e prescrições falsificadas.









