Indústria farmacêutica
Mercado Farmacêutico 360º
COVID-19: Como conduzir o Sistema de Saúde e o Brasil
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| Janaína Furtado Botelho
“Os desafios da Oncologia em tempos de COVID-19"
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| Dirceu Raposo de Mello
Frustrações do Programa Aqui Tem Farmácia Popular
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| Gil Meizler
Direito Sanitário
Mais Matérias
O Risco - Percepção, Avaliação e Gerenciamento
O risco é um fenômeno material sumamente complexo. Ele revela a evolução científica e tecnológica de uma sociedade complexa, mas com um toque diferente: o da insegurança. Sentimento esse causado muito mais pelo medo ao desconhecido do que pelo real problema existente (ou o risco propriamente dito). Se não, o que dizer da revolução quântica que permitirá, no futuro, um dia, talvez ainda neste século, o controle da matéria; que a revolução biomolecular tornará o homem capaz de modificar o próprio homem através da engenharia genética, e de criar vida, de sintetizar e inventar novas drogas, novas terapias, novas formas de vida; o que dizer da revolução da informática que já globalizou o mundo e o está transformando a partir das comunicações, vai continuar mudando nosso modo de vida e um dia, talvez ainda no século XXI, permitirá introduzir inteligência artificial em qualquer lugar do planeta.
Práticas Integrativas e Complementares
A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) cumprirá uma década em 03/05/2016. É um marco na democratização da saúde e concreta possibilidade de garantir aos usuários do SUS, 70% da população, a liberdade de escolher como cuidar da própria saúde.
Farmácia: Canal de Saúde e Bem-estar
Antes de compreendermos com mais detalhamento esta nova realidade precisamos entender o contexto histórico da prática farmacêutica no país. A primeira farmácia ou botica surgiu no país ainda na época do Brasil colônia, onde o boticário manipulava e produzia o medicamento diante do paciente, de acordo com a farmacopéia e a prescrição médica.
O Natal Farmacêutico
Estamos muito próximos de uma época do ano considerada pela maioria das pessoas como uma das melhores. São férias e as cidades se iluminam, a esperança se materializa em planos e projetos para um próximo ano, o amor fraterno contagia os dias de festa e celebração entre famílias e amigos. Nestes dias também pesamos nossas realizações no ano que se finda e sempre refletimos: "Será que no próximo ano posso fazer algo mais?..."
Entrevista fala de rastreabilidade de medicamentos que entra em vigor em dezembro
A Anvisa estima que a informalidade no setor de medicamentos no Brasil atinja a cifra de 30% do mercado nacional. Enquadram-se nesta categoria os medicamentos falsificados, adulterados, sem registro no órgão sanitário, de origem desconhecida (fruto de roubo de carga, por exemplo) comercializados sem o recolhimento de tributos ou em desacordo com as exigências legais, inclusive de retenção de receita. Este último pode representar, inclusive, um prejuízo para os cofres públicos.
O precursor da Prescrição Farmacêutica do Brasil, exclusivo no ICTQ
O ICTQ - Instituto de Pesquisa e Pós-Graduações para os profissionais do mercado farmacêutico, apresenta o novo presidente de seu Conselho Científico - Dr. Dirceu Raposo de Melo, que assume a função neste próximo mês de abril de 2014.
Uma nova farmácia
Concorrência, saturação do mercado de trabalho, desvalorização profissional e, ainda por cima, turbulências na economia do País. O cenário atual para as farmácias comunitárias, que são as farmácias que atendem diretamente à comunidade, e para os farmacêuticos que atuam nesses estabelecimentos não é dos mais animadores, certo? Errado. Esse é o lado meio vazio do copo. Quem decidiu enxergar o lado meio cheio nunca viu um futuro tão promissor.
Dirceu Raposo: pensamento atual dezesseis anos depois
O presidente do Conselho Científico do ICTQ rebate o que ele chama de estímulo governamental ao consumo irracional de medicamentos em artigo publicado em 1998. Entenda o que mudou com sua atuação.
Setor de genéricos mantém crescimento de dois dígitos
A Sandoz no Brasil é a única empresa do Grupo com uma fábrica para produção de medicamentos na América Latina, embora atue comercialmente em todo o continente. Para entender sua força, vale citar que 90% de sua capacidade produtiva abastecem o mercado local e 10% o mercado global, com exportações para países da Europa e Américas do Sul e Central. Com aumento real de vendas de 40% em 2015, quando comparado ao ano anterior, a empresa utiliza tecnologias de ponta na produção dos genéricos, o que permite uma projeção para 2016 de crescimento de dois dígitos no volume de comprimidos produzidos. Quem fala sobre o tema, com exclusividade para o ICTQ, é o diretor-geral da fábrica da Sandoz, João Keller.
Entrevista com Dr. Leonardo Doro Pires
Diante de um setor otimista e das novas perspectivas relacionadas ao varejo farmacêutico, na entrevista abaixo, o Farmacêutico especialista em Gestão, Dr. Leonardo Doro Pires, professor de pós-graduação no ICTQ, oferece com exclusividade um panorama explicativo de como desenvolver um planejamento estratégico dentro das drogarias e farmácias. Confira a entrevista:
CRF-SP fala sobre consumo de medicamentos controlados sem receita médica
O presidente do CRF-SP, dr. Pedro Eduardo Menegasso, foi procurado pelo jornal Folha de S.Paulo para comentar sobre a pesquisa realizada pelo ICTQ (Instituto de pós-graduação para farmacêuticos)/Datafolha, que revelou, entre outros aspectos, que cerca de 20% dos brasileiros consomem medicamentos controlados sem receita médica.
Novos tempos
Após anos de paralisia, o Governo retomou, em 2009, a incorporação de medicamentos à lista de produtos de saúde oferecidos pelo Sistema Único de Saúde, o SUS.
A Constituição e o SUS não passam de boas intenções na oncologia
O câncer muito provavelmente é umas das doenças mais temidas pelas pessoas no mundo. Caracterizado por uma proliferação desordenada das nossas próprias células que ainda sem uma explicação clara se tornam nossas inimigas. Relacionada ainda hoje a sofrimento, dor e morte, qualquer indivíduo que recebe o seu diagnóstico, sem dúvida nenhuma tem como maior anseio o tratamento, independente da sua modalidade, seja quimioterapia clássica ou imunoterapia, seja cirurgia ou radioterapia.
Farmácia x Drugstore: radicalismo e ideologia
Estamos aqui novamente para nossa conversa, que ocorre todo mês por meio deste espaço. Escolhi falar sobre dois assuntos que se difundiram rapidamente pelas mídias sociais na época e que, embora não sejam recentes, permanecem como lendas no imaginário de muitos colegas e cidadãos em geral.
Vigilância Sanitária e Saúde Pública
Sistema é um conjunto interconectado de elementos organizados de forma coerente em torno de algum objetivo único a todos. Um sistema consiste em três tipos de coisas: Elementos com funções específicas; interconexões, e objetivo único.
Pensando sobre os taxis e as farmácias
Venho até vocês para uma reflexão sobre o valor que nos dão e o que nós atribuímos à nossa importante atividade farmacêutica cotidiana. Há uns vinte anos, nos meados dos anos 1990, as entidades farmacêuticas tentaram fazer valer uma legislação que ordenasse o comércio varejista de medicamentos disciplinando a abertura de estabelecimentos farmacêuticos nas cidades. Essa norma, conhecida como a Lei do Zoneamento de Farmácias, definia, entre outros tópicos, a distância entre um estabelecimento e outro (em 200 metros ou 500 metros, variando conforme a cidade).
Do mercado de cópias à latente inovação
Muito antes da criação da Lei dos Genéricos, que instituiu em 1999 no Brasil as tradicionalmente conhecidas cópias dos medicamentos chamados de referência ou até mesmo éticos, a indústria farmacêutica brasileira já se alicerçava nas imitações dos medicamentos trazidos ao País pelas grandes indústrias multinacionais, em especial americanas e europeias.
Inadmissível terceirizar atenção farmacêutica a leigos
Depois de um ano pleno de lutas e de algumas conquistas resolvi, como de costume, fazer um balanço. Atenho-me aqui à questão que nos envolveu a todos – a edição da Lei 13021 e a caducidade da MP 653.
2015 se foi!
Ainda bem que 2015 se foi, pois foi um ano duro, de muitas incertezas, algumas frustrações, mas, como acontece em todo ano, também de algumas realizações.
De MIPs a Liquidificadores
Escrevi em meu último artigo para o ICTQ que a segunda parte deste assunto viria a seguir, e assim, aqui está ela. Em 2009, quando estive na presidência da Anvisa, editamos a Resolução 44 que trata das Boas Práticas em Farmácias, do disciplinamento da comercialização de produtos diversos por esses estabelecimentos e do acesso a medicamentos isentos de prescrição (MIPs).





















