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Conheça o mercado que possibilita conciliar a maternidade e a carreira farmacêutica

Conheça o mercado que possibilita conciliar a maternidade e a carreira farmacêutica

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A Farmácia Estética ganha quase que diariamente novos adeptos: profissionais que enxergam nela a sonhada guinada na carreira. Especialmente aqueles que desejam ter o próprio negócio. Com um mercado cada vez mais aquecido, motivado por uma sociedade em busca constante pela perfeição midiática, o segmento, de fato, representa ao farmacêutico maior autonomia, salários atrativos e satisfação pessoal.

De náuseas à perda de visão as reações adversas de Ozempic, Mounjaro e similares que exigem a atenção do farmacêutico clínico

De náuseas à perda de visão as reações adversas de Ozempic, Mounjaro e similares que exigem a atenção do farmacêutico clínico

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O crescente uso das canetas de GLP-1; medicamentos agonistas do receptor do peptídeo-1 semelhante ao glucagon (GLP-1 RAs), como a semaglutida, liraglutida, dulaglutida e outros; vem acompanhado de relatos de reações adversas significativas: desde náuseas e vômitos até pancreatite, obstrução intestinal, doenças biliares e até perda súbita de visão.

CFF aprova prescrição de contraceptivos hormonais por farmacêuticos

CFF aprova prescrição de contraceptivos hormonais por farmacêuticos

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O plenário do Conselho Federal de Farmácia (CFF) aprovou, nesta sexta-feira (28.06), a resolução que dispõe sobre a prescrição de contraceptivos hormonais por farmacêuticos no Brasil. Para isso, também já disponibilizou aos profissionais o Protocolo de Prescrição, que estabelece normas para tal prática. O material foi avaliado pelos conselheiros federais no último dia da reunião plenária de junho, realizada nos dias 26, 27 e 28.

Dia Internacional da Mulher: farmacêuticas que transformam o setor e inspiram novas gerações

Dia Internacional da Mulher: farmacêuticas que transformam o setor e inspiram novas gerações

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No Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é essencial destacar a força, a resiliência e a importância das mulheres no setor farmacêutico. Em um setor historicamente dominado por homens em posições estratégicas, a trajetória de lideranças femininas tem transformado essa realidade e inspirado novas gerações a ocupar esses espaços. O caminho para a equidade de gênero no segmento envolve dedicação, conhecimento e coragem para superar desafios. Nesta matéria, o  ICTQ – Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico entrevista oito mulheres que, com suas trajetórias singulares, reforçam o protagonismo feminino e seu impacto na sociedade.

Fiocruz registra primeira patente de vacinas de mRNA desenvolvida no Brasil

Fiocruz registra primeira patente de vacinas de mRNA desenvolvida no Brasil

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O Brasil registrou a primeira patente de uma plataforma nacional para produção de vacinas de mRNA. O desenvolvimento foi feito pelo Bio-Manguinhos, Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fiocruz, e garante que o país possa produzir vacinas sem depender de royalties estrangeiros.

Indústria farmacêutica projeta expansão de genéricos com vencimento de 1,5 mil patentes

Indústria farmacêutica projeta expansão de genéricos com vencimento de 1,5 mil patentes

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A indústria farmacêutica brasileira amplia investimentos para aproveitar uma janela de oportunidade nos próximos cinco anos para expandir a produção de genéricos e similares. Até 2030, vão prescrever cerca de 1,5 mil patentes de princípios ativos e processos industriais relativos a 1 mil medicamentos, permitindo a produção de versões ao menos 35% mais baratas.

Pesquisa aponta que pós-graduados recebem quase o dobro do salário

Pesquisa aponta que pós-graduados recebem quase o dobro do salário

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Com o crescimento do número de brasileiros com ensino superior completo e o aumento na oferta de cursos nos últimos anos, o Brasil observa uma mudança no mercado de trabalho. Segundo um levantamento feito pelo economista Naercio Menezes Filho, pesquisador do Insper, o rendimento médio de quem vai além da graduação chega a R$ 11.539 — quase o dobro de quem apenas concluiu o ensino superior (R$ 6.160).

Os números mostram que cursar a graduação ainda traz ganhos. O rendimento de quem terminou os estudos no ensino médio é de R$ 2.655. Mas a diferença salarial entre os dois níveis de instrução encolheu: em 2001, era de 2,5 vezes e, agora, de 2,3 vezes. A mudança não é à toa. No início dos anos 2000, o país tinha apenas 6% da população com ensino superior completo. Hoje, essa fatia está em 20%.

— Até 2011, você tinha 10% das pessoas adultas com ensino superior. Quem tinha ensino superior, tinha diferencial de salário mais alto e maiores possibilidades de progressão na carreira. Mas, a partir daí, começam a aumentar as matrículas nas universidades, e o diferencial começa a cair em relação ao ensino médio. O que começa a aumentar é a pós-graduação — diz Naercio, lembrando que 1% da população concluiu essa etapa no país: — É importante pensar o mercado de trabalho como uma corrida entre tecnologia e educação. Quando a tecnologia aumenta, vai requerendo mais qualificação, e o salário sobe. Quando a oferta educacional aumenta, o salário cai.

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‘Lifelong learning’
Marcelo Neri, economista da FGV, avalia que os ganhos dos pós-graduados vão além do salário e incluem maiores chances de ocupação, formalidade e benefícios. Para ele, a escassez de mão de obra gera uma espécie de “prêmio educacional” para quem consegue chegar aos níveis de estudo demandados pelo mercado. Ele pondera que esta nova realidade requer que o profissional continue a estudar mesmo depois de conquistar uma vaga, o chamado "lifelong learning":

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— Você não estuda para depois trabalhar, você trabalha e estuda, e a pós-graduação está no meio desse processo de conciliar trabalho e estudo.

Essa nova dinâmica já foi incorporada aos processos seletivos. Na Subsea 7, empresa de serviços de engenharia submarina para a indústria de energia, a pós-graduação é considerada diferencial na hora da contratação, principalmente em cargos gerenciais, de finanças e engenharia.

— São pessoas mais bem equipadas para tomar decisões e trazer potenciais soluções para problemas complexos. Hoje se fala muito nas organizações sobre a necessidade de o profissional se manter aprendendo continuamente e estar sempre se capacitando. A gente vê valor nisso — diz Alessandra Nogueira, diretora de RH da empresa.

A empresa oferece programa de educação continuada, no qual patrocina até 50% do valor dos cursos de pós, mestrado e doutorado para funcionários selecionados.

No caso da Nestlé, há incentivo à capacitação e oferta de recursos internos para o desenvolvimento profissional. A empresa oferece o programa Talent Hub, no qual o profissional pode escolher o tipo de curso e área e escolher entre formações de curta duração ou de longa duração, como uma pós-graduação.

— A pós-graduação e outras formações mostram o quanto o candidato é comprometido com o desenvolvimento constante nos estudos. Acreditamos no conceito de lifelong learning, e encorajamos — diz Izabel Azevedo, diretora de Talento e Cultura da Nestlé.

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Disposição

Essa disposição para voltar para a sala de aula é citada pelo pró-reitor da FGV, Antonio Freitas, como um traço comum dos estudantes da pós-graduação:

— Pessoas já muito bem colocadas no mercado, até diretores de empresas, buscam o mestrado e o doutorado profissional. Está cheio de alunos em posições boas, mas querem adquirir base para seu crescimento. A pós passou a ter diferencial significativo.

Essa capacidade de continuar a aprender é considerada uma vantagem na seleção de candidatos, diz Laís Vasconcelos, gerente da consultoria de recrutamento Robert Half. Ela afirma que o importante é seguir em atualização, seja por meio de pós ou cursos livres.

No Ibmec, houve aumento em 2024 na procura pela pós-graduação presencial. A maior demanda está em programas executivos, voltados a diretores e CEOs, sobretudo MBAs nas áreas de tecnologia, como IA, data science e big data aplicados a negócios.

— O aluno da pós-graduação busca capacitação maior do ponto de vista técnico. Ele quer ter acesso a conhecimentos e práticas que não teve na graduação e que são conhecimentos que vão possibilitar ter promoção ou mudar de carreira, conseguir um cargo com salário mais alto — explica Paula Steban, diretora de ensino do Ibmec.

De acordo com a universidade, em 2024, a busca pelos cursos ligados a tecnologia cresceu quase 60%.

Transformação digital
Para Patricia Suzuki, diretora de Recursos Humanos da Redarbor, grupo dono da Catho, a valorização da pós-graduação está ligada ao aumento da complexidade dos cargos, impulsionado pela transformação digital, que exige profissionais mais qualificados, e que torna a especialização um diferencial competitivo:

— Isso não significa a desvalorização do ensino superior, mas a elevação do nível de exigência em função da competitividade do mercado.

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Depoimentos
‘Os planos de carreira para pessoas que têm especialização são muito melhores’
Matheus Viug, de 30 anos, é historiador. Em 2024, concluiu o mestrado profissional em Ensino de História. A motivação foi a vontade de seguir estudando e o efeito positivo no desenvolvimento profissional. Para ele, instituições de ensino de maior prestígio dão prioridade a profissionais especializados e isso acaba sendo um diferencial no mercado de trabalho:

— Nas melhores escolas e universidades, não existe espaço para quem não busca se desenvolver academicamente. Postos de trabalho considerados ‘de elite’ exigem profissionais mais qualificados.

‘Fiz a pós, estou concluindo o mestrado e já tenho nos meus planos uma ideia para o doutorado’
Servidora pública do Rioprevidência desde 2010, Bárbara Rodrigues, de 49 anos, é dentista e tem pós-graduação em Recursos Humanos. Ela entrou no serviço público para um cargo de especialista em previdência social e conta que, no órgão em que atua, pessoas com doutorado podem ter aumento na remuneração de até 40%.

— Essa melhoria na renda é uma maneira de fazer com que nós continuemos a nos especializar e desenvolver profissionalmente. Eu fiz a pós, estou concluindo o mestrado e já tenho nos meus planos uma ideia para o doutorado. E, quando fazemos isso, desenvolvemos também pesquisas na área e mais conhecimento — conta.

‘Título foi um diferencial para chegar ao meu cargo e me deu vantagem em relação aos concorrentes’
A engenheira química com mestrado Thaiane Nolasco, de 35 anos, avalia que a pós-graduação foi fundamental em sua trajetória profissional e que abriu caminho para que ela tenha conquistado hoje melhor remuneração. Na avaliação dela, o mercado de engenharia tem dado sinais de valorização para pesquisa e desenvolvimento, e profissionais com especialização são mais requisitados.

— O título que eu tenho foi um diferencial para chegar ao meu cargo. Isso me fez ter vantagem em relação aos demais concorrentes porque eu conseguia dominar certas técnicas que a maioria não consegue — afirma.

Os planos de carreira para pessoas que têm especialização são muito melhores, com possibilidade de uma remuneração melhor.

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Biomm, a única produtora de insulina glargina no país, irá produzir o “Ozempic brasileiro”

Biomm, a única produtora de insulina glargina no país, irá produzir o 'Ozempic brasileiro'

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A Biomm, especializada em produção de biomedicamentos, assim como outras empresas do setor de saúde, foi fortemente impactada pela pandemia de Covid-19, mas não por conta de ruptura na cadeira de suprimentos. A grave crise sanitária mundial atingiu o Brasil quando uma nova planta da empresa, que recebeu investimentos de R$ 800 milhões, ficou pronta, pendente apenas das licenças e autorizações de operação, parte delas, emitidas pela Anvisa, que passou a ter demandas mais urgentes.

Farmacoeconomia: O papel estratégico do farmacêutico na sustentabilidade financeira de hospitais

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A farmacoeconomia é a espinha dorsal de toda decisão inteligente de compra hospitalar. Não se trata apenas de escolher o medicamento mais barato, mas de identificar a opção que oferece o melhor valor em saúde por real investido. A atuação técnica do farmacêutico especialista nessa área é fundamental para traduzir evidências científicas em decisões economicamente sustentáveis.

Anvisa suspende lotes de fórmulas infantis da Nestlé após alerta sanitário

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização, a distribuição e o uso de alguns lotes de fórmulas infantis das marcas Nestogeno, Nan Supreme Pro, Nanlac Supreme Pro, Nanlac Comfor, Nan Sensitive e Alfamino, fabricadas pela Nestlé Brasil. A decisão consta da Resolução nº 32/2026, publicada nesta quarta-feira (7), e tem caráter preventivo.

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