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EMS traz ao Brasil novo medicamento para insônia como alternativa ao zolpidem

Metrópoles   04 Fevereiro 2026   910   Indústria Farmacêutica
EMS traz ao Brasil novo medicamento para insônia como alternativa ao zolpidem

A farmacêutica brasileira EMS, em colaboração com a suíça Idorsia, está prestes a introduzir uma inovação no tratamento da insônia no Brasil. O daridorexante, conhecido como Quviviq, aguarda a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e é projetado para transformar a abordagem dos distúrbios do sono no país.

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Com previsão de lançamento para meados de 2027, a EMS planeja distribuir o medicamento em território nacional, inicialmente importado da Suíça.

O daridorexante é um antagonista dos receptores de orexina, bloqueando substâncias que mantêm o cérebro em estado de vigília. Isso facilita a transição para o sono sem os efeitos colaterais comuns em benzodiazepínicos e drogas Z, diminuindo o risco de dependência.

Esta nova abordagem terapêutica promete oferecer um sono com menos cansaço residual, melhorando consideravelmente a qualidade de vida dos pacientes.

Projeções de mercado

As expectativas para o daridorexante são elevadas no mercado brasileiro. A EMS investe em tecnologias inovadoras com foco em distúrbios do sono. A empresa visa vender a substância também no México até 2028, em um movimento que oferece respostas às demandas por novas terapias.

A produção inicial do medicamento será na Suíça, mas a EMS já estuda oportunidades para fabricar localmente. Isso depende, porém, de acordos para a transferência de tecnologia, algo ainda não autorizado pela Idorsia.

Desafio da insônia no Brasil

A insônia afeta cerca de 15% da população brasileira, segundo estudos recentes. Esse distúrbio está ligado a problemas de saúde, como risco cardiovascular e baixa produtividade. Portanto, o novo medicamento pode representar não só uma melhora individual na qualidade do sono, mas também um alívio para o sistema de saúde brasileiro.

A EMS também lançou análogos do GLP-1 para tratar diabetes e obesidade, demonstrando sua capacidade em atender as necessidades de saúde pública com inovações importantes.

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