Indústria farmacêutica
Farmácia Clínica
- | Marcelo de Valécio
Covid-19: Ministério da Saúde orienta para casos suspeitos de reinfecção
- | Marcelo de Valécio
Clandestino no Brasil, medicamento é vendido nas ruas e traz riscos à saúde
- | Wandy Ribeiro
Medicamento surge como nova esperança para bloquear coronavírus
- | Wandy Ribeiro
Instituto do Câncer desenvolve serviço ‘Alô Farmacêutico’
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Urgente: OMS recebe pedido de registro de novo medicamento contra Covid-19
- | Wandy Ribeiro
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recebeu da Venezuela o pedido para registro, mostrando os resultados de um estudo com um potencial medicamento que, segundo o Governo daquele país, seria capaz de bloquear o novo coronavírus (Covid-19) e, consequentemente, curar a doença.
Nova pílula poderá impedir o ronco
- | Wandy Ribeiro
Cientistas da empresa farmacêutica Apnimed, com sede em Massachusetts, nos Estados Unidos, desenvolveram uma pílula, que está na fase de testes clínicos, que promete reduzir o ronco ou até eliminá-lo completamente. Caso a eficácia e segurança do medicamento sejam comprovadas, o produto poderá auxiliar diversas pessoas em todo o mundo que sofrem com essa condição.
Dose da vacina contra Covid-19 será vendida por cerca de R$ 17,00
- | Wandy Ribeiro
Um acordo fechado pela indústria farmacêutica nacional União Química com o governo da Rússia propõe que o Brasil seja o centro produtor da vacina Sputnik V, primeiro imunizante registrado contra o novo coronavírus (Covid-19). Com a medida, o antígeno será comercializado para toda a América Latina, com um custo em torno de US$ 3 (cerca de R$ 17,20) a dose, até março de 2021.
Novo medicamento elimina 100% do coronavírus, afirma presidente
- | Wandy Ribeiro
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou ontem (25/10) que o Instituto Venezuelano de Pesquisa Científica (IVIC) conseguiu desenvolver um novo medicamento capaz de “aniquilar completamente” o novo coronavírus (Covid-19). Segundo o líder daquele país, o fármaco tem como base a molécula DR10.
Annita reduz carga viral, mas não evita complicações por Covid-19
- | Wandy Ribeiro
Segundo informação divulgada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), o medicamento nitazoxanida (conhecido como Annita) conseguiu reduzir a carga viral do novo coronavírus (Covid-19) em pacientes, entretanto, um artigo sobre a pesquisa mencionada pelo ministro da pasta, Marcos Pontes, mostrou que o fármaco não diminuiu os sintomas dos doentes (febre, tosse e fadiga) e não conseguiu ter impactos sobre o número de internações.









