Prescrições começam a ser renovadas por IA sem médicos nos EUA
| 188 viewsProjeto experimental em Utah permite que sistema de IA renove prescrições de medicamentos de uso contínuo, sem envolver diretamente um médico.
Projeto experimental em Utah permite que sistema de IA renove prescrições de medicamentos de uso contínuo, sem envolver diretamente um médico.
Um turista russo de 33 anos, Denis Kopanev, foi encontrado morto numa trilha do Horto, na Zona Sul do Rio, em 30 de setembro do ano passado, após quase quatro meses desaparecido. Na pochete ao lado do corpo, havia GHB, um produto químico para limpeza de aviões que no Rio, assim como em outras metrópoles, caiu no gosto dos adeptos de chemsex — sexo praticado sob o efeito de drogas. O gama-hidroxibutirato, ou GHB, pode causar relaxamento e, combinado ou não a mais psicoativos, levar à morte. Segundo a polícia, Kopanev usou tina (metanfetamina, conhecida como “crack dos ricos”) e cocaína, além do solvente.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em entrevista ao "Wall Street Journal" que vem tomando uma dose diária de aspirina maior do que a recomendada por seus médicos porque, segundo ele, não quer que “sangue grosso” passe pelo coração.
Cada vez mais comum, a dificuldade para dormir tem levado muitas pessoas que sofrem com distúrbios do sono, como a insônia, a recorrerem a medicamentos para conseguir descansar.
Pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB), com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), estudam o veneno de marimbondo como uma possível forma de frear o avanço do Alzheimer.
Um idoso de 76 anos desenvolveu crescimento mamário após utilizar espironolactona, medicamento prescrito para tratar sua insuficiência cardíaca. O paciente também apresentou inchaço e sensibilidade nos tecidos mamários durante oito meses, conforme relatado pelo "New England Journal of Medicine".
O infarto deixou de ser um evento raro entre adultos jovens, e isso muda a responsabilidade de quem está na linha de frente do cuidado. Dados do Ministério da Saúde, compilados pela Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), indicam que as internações por infarto em pessoas com menos de 40 anos aumentaram 150% entre 2000 e 2024, passando de dois para cinco casos a cada 100 mil habitantes.
O debate sobre fotoproteção saiu do consultório e caiu nas redes, impulsionado por vídeos e depoimentos que colocam o protetor solar no banco dos réus. A narrativa se repete: “não bronzeia” e “não ativa a vitamina D”. Só que, quando o assunto é radiação ultravioleta, opinião não substitui evidência.
Em 1998, o lançamento de um comprimido azul deu início a uma autêntica revolução sexual e social. Destinado ao tratamento da disfunção erétil, o Viagra recuperou relacionamentos, insuflou a autoestima masculina e tirou da aposentadoria homens que sofriam com a impotência. Desde então, ainda que com menos investimento e fervor que o projeto original, cientistas e empreendedores buscam uma medicação capaz de salvar a libido das mulheres. Não é tarefa singela, dada a complexidade do desejo sexual feminino. Depois de anos de pesquisas, um candidato despontou. Um remédio originalmente desenvolvido como antidepressivo que parecia ter vocação para melhorar a vida sexual da mulher. Mas o caminho da flibanserina até o mercado não seria fácil. Rejeitada inicialmente pela agência regulatória americana (FDA) por seus efeitos modestos e reações adversas, a droga venceria obstáculos e seria liberada, pela primeira vez, em 2015, mas para um público restrito. Dez anos depois, acaba de receber aval para um dos grupos que mais padecem da baixa libido, as mulheres na pós-menopausa. Será que a pílula rosa agora deslancha de vez?
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