Teste de saliva identifica risco genético e pode antecipar diagnóstico de câncer de próstata
| 1110 viewsUm teste de saliva pode ajudar a "virar o jogo" do câncer de próstata, afirmam cientistas britânicos.
Um teste de saliva pode ajudar a "virar o jogo" do câncer de próstata, afirmam cientistas britânicos.
Um novo regime terapêutico para hanseníase, desenvolvido por pesquisadores de Ribeirão Preto (SP), pode ser um divisor de águas no combate à doença no Brasil.
A atuação do farmacêutico hospitalar em ambientes críticos e salas de emergência exige muito mais do que conhecimento técnico. Esses espaços, marcados por decisões rápidas e alto risco de erro, colocam à prova a capacidade de organização, precisão e integração do profissional com a equipe multiprofissional. Para o, professor do ICTQ – Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico, farmacêutico clínico e PhD em Farmacologia, Matheus Tavares, a gestão eficiente dos medicamentos em tais ambientes é essencial para salvar vidas e garantir a segurança do paciente.
A vitamina D pode ser uma aliada do tratamento do câncer de mama. Um estudo realizado pela Faculdade de Medicina de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (FMB-Unesp) mostrou que a suplementação da vitamina pode aumentar a eficácia da quimioterapia, de acordo com informações da Agência Fapesp.
Uma das ferramentas mais eficazes para reduzir a mortalidade por câncer é o diagnóstico precoce. Isso se faz, entre outras estratégias, com programas de rastreamento organizados, capazes de detectar alterações antes mesmo de surgirem os primeiros sintomas de alguns tipos de câncer, como os de mama, próstata, colo do útero e pulmão. No caso do câncer colorretal, um dos tumores mais incidentes no Brasil e no mundo, o rastreio já demonstrou ser eficiente, com estudos que confirmam o impacto direto na redução de mortes.
A conciliação medicamentosa é um instrumento de segurança, que garante a continuidade e a adequação da terapia medicamentosa na admissão, na transição do cuidado e até mesmo na alta hospitalar. Na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde os pacientes são altamente vulneráveis e, a transição do cuidado costuma ser abrupta, essa prática é essencial e deve ser conduzida com precisão técnica pela equipe multidisciplinar e, em especial, por um farmacêutico clínico hospitalar.
Uma nova abordagem de tratamento oncológico conseguiu eliminar completamente tumores sólidos em 80% dos pacientes com uma mutação genética rara. Os indivíduos, a maioria com câncer retal, ficaram livres da doença, sem necessidade de cirurgia.
Apesar de ainda serem cercados por tabus e desinformação, os cuidados paliativos exercem um papel essencial na jornada de pacientes oncológicos, promovendo alívio de sintomas como dor, náusea, fadiga e dispneia, além de oferecer suporte emocional, social e espiritual. Para o farmacêutico, esse campo representa uma oportunidade de atuação clínica altamente especializada e centrada na pessoa, contribuindo diretamente para o conforto do paciente e o controle rigoroso da terapia medicamentosa.
No complexo cenário da oncologia, o farmacêutico desponta como figura central para garantir a segurança, a adesão e a eficácia dos tratamentos antineoplásicos. Seja no acompanhamento de quimioterapias endovenosas ou orais, o profissional precisa estar atento a uma série de variáveis clínicas e comportamentais dos pacientes oncológicos.
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