Iniciar uma carreira em Assuntos Regulatórios exige mais do que interesse pela Indústria Farmacêutica. Para o professor do ICTQ, Instituto de Pós-Graduação Farmacêutica, Michel Bastos, quem pretende construir carreira na área precisa buscar formação específica, desenvolver uma base técnica organizada e direcionar a própria qualificação para o segmento em que deseja atuar. Para oportunidades em empresas maiores e multinacionais, o domínio de idiomas também ganha peso na trajetória profissional.
Farmacêutico com mais de 15 anos de experiência, o professor Michel já atuou em diferentes frentes da Indústria Farmacêutica, como desenvolvimento, validação, controle de qualidade, estudos de estabilidade, Assuntos Regulatórios, compliance técnico e gerenciamento de projetos para registro, renovação, pós-registro e cumprimento de exigências.
Para ele, essa amplitude ajuda a explicar por que entrar na área sem uma formação direcionada pode tornar o aprendizado mais difícil. Em Assuntos Regulatórios, lidar com a prática exige compreender uma grande quantidade de informações, processos e particularidades técnicas.
Aprender apenas na prática pode tornar o caminho mais difícil
A experiência profissional é parte importante da construção de uma carreira, mas Michel considera que depender exclusivamente da rotina de trabalho não é a melhor estratégia para quem pretende atuar em Assuntos Regulatórios.
“Entendo que uma formação específica faz muita diferença, pois já te entrega o conteúdo específico de uma maneira didática e organizada, tornando a aprendizagem muito mais ágil e apoiada em exemplos reais”, afirma.
A questão, segundo o professor, está na própria dimensão da área. O conhecimento necessário não costuma aparecer de maneira linear no dia-a-dia, o que pode deixar lacunas para quem tenta aprender somente conforme novas demandas surgem.
“A área de Assuntos Regulatórios é muito extensa e repleta de detalhes, o que torna o caminho autodidata praticamente inviável”, explica.
A formação formal, portanto, permite reunir esses conhecimentos de maneira estruturada e criar uma base que depois será aprofundada pela experiência profissional.
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Pós-graduação fortalece a preparação para a carreira
Para o farmacêutico que pretende ser competitivo no mercado, o professor Michel é direto ao apontar a qualificação que considera essencial: uma pós-graduação específica na área em que deseja atuar.
No caso de quem escolhe a carreira regulatória, a Especialização em Assuntos Regulatórios organiza conteúdos que, de outra forma, poderiam ser aprendidos de maneira fragmentada ao longo dos anos.
Esse é também o motivo pelo qual Michel considera a formação especializada cada vez mais necessária. Quanto maior a quantidade de detalhes envolvidos na atividade, mais importante se torna compreender os temas dentro de uma sequência lógica e próxima das situações encontradas no trabalho.
É essa proposta que o professor associa à Pós-graduação em Assuntos Regulatórios na Indústria Farmacêutica do ICTQ.
O ICTQ se posiciona como pioneiro no Brasil nessa especialização e, para Michel, o diferencial está justamente em concentrar o conhecimento específico de forma didática, organizada e apoiada em exemplos reais.
Para quem pretende se tornar um Profissional de Assuntos Regulatórios, a pós-graduação cria uma base para que a experiência adquirida posteriormente na indústria seja melhor compreendida e aproveitada ao longo da carreira.
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Domínio de idiomas pesa nas oportunidades em multinacionais
O conhecimento técnico não é o único fator que pode ampliar as oportunidades em Assuntos Regulatórios. Para o farmacêutico que pretende atuar em grandes indústrias ou multinacionais, o domínio de outros idiomas também ganha importância.
Segundo Michel, o inglês aparece com frequência entre os requisitos das oportunidades na área.
“Boa parte das vagas anunciadas em portais de emprego pede nível intermediário ou avançado em inglês”, observa.
O espanhol também pode abrir possibilidades, especialmente em empresas sediadas no Brasil que mantêm relações com outros países da América Latina.
“Vejo que poderia trazer possibilidades em empresas sediadas aqui e que possuem filiais e/ou fornecedores na América Latina.”
Assim, além da preparação técnica, o desenvolvimento de idiomas pode ampliar o alcance profissional de quem pretende buscar oportunidades em organizações com atuação internacional.
A qualificação precisa acompanhar o objetivo profissional
Não existe apenas um caminho dentro de Assuntos Regulatórios na Indústria Farmacêutica. Para Michel, a formação deve estar relacionada ao segmento em que o farmacêutico pretende construir sua trajetória.
Isso significa escolher uma qualificação específica, compreender profundamente os conhecimentos exigidos pela área e combinar essa base com a experiência adquirida no mercado.
A Pós-graduação em Assuntos Regulatórios na Indústria Farmacêutica do ICTQ entra nesse processo ao reunir de forma estruturada conteúdos voltados à atuação regulatória e aproximá-los de situações encontradas na prática profissional.
Em uma área extensa e repleta de detalhes, a formação específica e a atualização direcionada fazem diferença para o farmacêutico que busca construir uma carreira mais competitiva em Assuntos Regulatórios.
Quem é Michel Bastos
Michel Bastos é farmacêutico, pós-graduado em Gerenciamento de Projetos e professor do ICTQ. Possui mais de 15 anos de experiência em atividades relacionadas a fitoterápicos, com atuação em desenvolvimento, validação, controle de qualidade, estudos de estabilidade, Assuntos Regulatórios, compliance técnico e gerenciamento de projetos.
Sua trajetória inclui projetos de registro, renovação de registro, pós-registro e cumprimento de exigências relacionadas a fitoterápicos. Atualmente, atua como consultor e professor em cursos da área.
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